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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Lula Cortês e Má Compania

Primeiro disco com a banda Má Companhia do guitarrista Xandinho numa linha mais Rock’n roll clássico e blues, mas ainda com suas letras surreais e poéticas e um pouco das influências orientais e nordestinas na utilização de instrumentos como citara (tocada por Robertinho do Recife , que também produziu o disco) e Acordeon.





Lua Cortês e Má Compania (1995) 
01 - Reduzido a pó
02 - A tirana
03 - Meus caros amigos
04 - As estradas
05 - Nasci para chorar
06 - Balada do tempo perdido
07 - A força da canção
08 - Rock do segurança
09 - Os piratas
10 - O homem e o mar


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Woodstocksound: Lula Cortês

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Lula Cortês E Jarbas Mariz - Bom Shankar Bolenajh (1987)


Para seus realizadores é um trabalho exclusivamente instrumental e guarda o intuito de acordar e realizar o significado da expressão "Bom Shankar Bolenath", pois consideram importante relembrarmos uns aos outros que somos divinos.

Esse propósito é o motivo central deste disco consagrado no sentido de alcançar o sagrado através da nossa música mais original.

O LP tem a participação especial de: Paulo Ricardo (RPM), Alberto Marsicano, e Oswaldinho do Acordeon.



LULA CÔRTES & JARBAS MARIZ - Bom Shankar Bolenajh
CONTINENTAL - LP.4.01.404.009
Folk - Psych - 1988





Lula Cortês e Jarbas Moriz - Bom Shankar Bolenajh(1987)
Lado A  
01 - Balada Para Quem Nunca Morre
02 - Orvalho na Paisagem  
03 - Shotsy (Síntese do Oriente e Ocidente)  
04 - Valeu a Pena 05 - Forró Pro Mundo Inteiro
Lado B
 06 - Eu Tentei  07 - Maracatu Pesado  
08 - Inverno I e II
09 - Tema Para Christina





segunda-feira, 18 de julho de 2011

Lula Cortês - O gosto novo da vida (1981)

 Bom como não encontrei nenhuma resenha sobre esse álbum resolvi postar esse que desabafo que Lula fez em 2003 mas que como vocês verão muitissimo atual, se alguém tiver alguma resenha do àlbum podem mandar pra gente, se quiser escrever um também, sinta-se a vontade.
Abraços.

CRÍTICAS E DIFICULDADES
- Pernambuco é uma terra muito difícil, desabafa Lula Côrtes. As dificuldades aqui são todas. As pessoas não creditam nas coisas daqui. Todo mundo de fora reconhece o valor cultural desta terra, mas as pessoas daqui usam a própria cultura como escada para subir na carreira e depois a descartam. Veja os festivais de música, como o Abril Pro Rock e o PE no Rock. No começo só tem bandas daqui. Depois começam a trazer gente de fora com um custo altíssimo, e dizem que não tem grana para pagar os artistas locais.

- Eu acho que o Movimento Mangue diz muito sobre o comportamento desta cidade, esbraveja o cantor. O caranguejo é o único bicho que anda para trás, vive na lama, e mora num buraco. É o único movimento que não tem movimento. Depois da morte de Chico, o pessoal mitificou o cara. Parece que tudo o que tinha para acontecer já aconteceu, quando na verdade não aconteceu nada. Esse lance de maracatu com rock a gente já fazia há 30 anos atrás.

Para o cantor, no início da década de 70, quando começou sua carreira multiartística de pintor, escritor e compositor, era uma época melhor para trabalhar do que a atual. Ele diz que as pessoas hoje estão mais gananciosas e viciadas em estruturas nocivas, a exemplo das leis de incentivo à cultura.

- Os artistas estão dependentes do Governo, diz Lula. Se o Governo não financia seus projetos, eles não fazem nada. Ninguém se une para uma iniciativa, pelo contrário, uns querem derrubar os outros. Sem falar nos captadores de recursos, que levam uma parte da verba de seu projeto. Parei de querer tocar. Desisti porque não vejo a menor chance disso aqui vir a possuir uma decência. Não vejo mais nenhum futuro profissional. Pretendo gravar, com uns amigos, um disco instrumental, bem introspectivo, chamado Ânima, apenas para satisfazer minha necessidade pessoal de compor.
NOTA DO AUTOR: esta matéria foi apurada e escrita em meados de 2003, mas continuava inédita, e decidi publicá-la hoje por causa do seu conteúdo ainda atual.

O Nordeste: Lula Cortês




Lula Cortês - O gosto novo da vida
01 - Desengano
02 - Dos Inimigos
03 - Lua Viva 
04 - São Várias as trilhas  
05 - Patativa
06 - São Tantas as Trilhas
07 - Noite Prêta
08 -
Dos Inimigos
09 - A Pisada é Essa
10 - Rosa de Sangue
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Lula Cortês - Rosa de Sangue (1980)


LULA CORTES
Cantor e compositor, na década de 1970 foi um dos primeiros a fundir ritmos regionais 
nordestinos com o rock and roll, juntamente com Zé Ramalho e outros artistas.

Obra: Em 1972, lança, com Laílson, o LP Satwa (Rozemblit, Recife); em dezembro de 1974, termina a gravação do álbum duplo "Paêbiru", com Zé Ramalho, mas o álbum não é lançado porque a gravadora Rozemblit, foi atingida por uma grande enchente; LP O Gosto Novo da Vida (Ariola); LP Rosa de Sangue (Rozemblit; não chegou ao mercado por conta de briga jurídica com a gravadora); LP A Mística do Dinheiro (gravado pela Rozemblit mas nunca lançado); LP O Pirata (gravado em São Paulo e também nunca lançado); LP Nordeste, Repente e Canção (Discos Marcus Pereira); CD Lula Cortes & Má Companhia (1997).

É, também, pintor e lançou livros de poesia, entre os quais "Bom Era Meu Irmão, Ele Morreu, Eu Não".

Lula Côrtes - Rosa de Sangue (1980)


Lula Cortês - Rosa de Sangue 
01 - Lua viva
02  - Balada da Calma
03 - Casaco de Pedras
04 - Nordeste Oriental
05 - Bahjan - Oração para Shiva

06 - São Tantas as Trilhas
07 - Noite Prêta
08 -
Dos Inimigos
09 - A Pisada é Essa
10 - Rosa de Sangue

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lula Cortês e Lailson - Satwa

Satwa, lançado por Lailson e Lula Côrtes no início de 1973 é o primeiro disco independente da música brasileira moderna (embora em toda história da MPB o pioneirismo seja atribuído ao LP Feito em casa, de Antônio Adolfo). Satwa foi bravado nos estúdios da extinta gravadora Rozenblit, no Recife, com Lailson tocando uma craviola, e Lula Côrtes um tricódrio (instrumento que adquiriu no Marrocos). O disco tem ainda a participação de Robertinho do Recife. Totalmente instrumental (Lailson conta que não quis submeter letras à Polícia Federal, como se era obrigado na época da ditadura militar), Satwa não foi muito divulgado, tocou um pouco nas emissoras locais, e tornou-se uma espécie de lenda da música brasileira, até que no ano passado foi redescoberto nos Estados Unidos, e relançado naquele país pelo selo Time-lag. Lailson seguiu a carreira de desenhista e cartunista, premiadíssimo, enquanto Lula Côrtes continuou na música. Em 1980, lançou O gosto novo da vida, pela Ariola, e Rosa de sangue, pela Rozenblit. Nos anos 90, integrou-se à geração manguebeat, e voltando a fazer shows e a gravar. Lailson formou bandas de blues, entre as quais a Bluebróders, e participou do CD A turma do beco do barato, que reuniu vários músicos que fizeram a cena underground do Recife nos anos 70.

Lula Cortês e Lailson - Satwa
01 - Satwa
02 - Can i be Satwa
03 - Alegro Piradíssimo
04 - Lia, a rainha da noite
05 - Apacidonata06 - Amigo
07 - Atom
08 - Blues do cachorro muito louco
09 - Valsa do Cogumelo
10 - Alegria do Povo


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